sábado, 5 de julho de 2014

sem titulo

Já faz um bom tempo que não escrevo no meu blog, já faz tempo que não faço coisas que são importantes pra mim. Sabe eu sempre pensei que quando chegasse a essa fase da minha vida (adulta) poderia fazer as minhas próprias escolhas, escolher os meus caminhos sem que ninguém se metesse, porém parece que quanto mais independente eu fico mais dependente do outro eu me torno. Antes quando eu queria algo  não podia fazer porque me faltava dinheiro, agora tenho o dinheiro me falta tempo, e as responsabilidades impedem que eu faça  aquelas coisas que eu achava que só seriam possível com a maturidade. Entendem? não sei continuo amarrada por uma força invisível que me impede de fazer o que gosto.
 Quando era adolescente e passava por crises existencialista achava que quando virasse uma adulta tudo ia passar, pois pessoas adultas são mais seguras e experientes e expertas, mas essas experiencias me fizeram enxergar coisas que não havia percebido devido aos resquícios de inocência da infância. Como as pessoas são falsas, mentirosas e manipuladoras, que infelizmente não podemos confiar em todo mundo e até mesmo aqueles que sempre estiveram ao nossa lado as vezes só estão esperando uma oportunidade para puxar o nosso tapete. Ai, eu me pergunto: será que elas sempre foram assim? ou se tornaram depois de adultos? 
A vida é realmente curiosa, pois acreditava que quando crescesse seria o fim de todo esse tormento e essa dor que eu sentia, pois acreditasse que a adolescência é a fase da incerteza, da insegurança e do descobrimento. porém ao ver a vejo, mais como a faze da ilusão e  o descobrimento mesmo de quem realmente somos vai se da ao longo da vida, pois acredito que não seja somente eu que tenha duvidas e reservas sobre a profissão a qual escolheu, sobre o relacionamento em que se esta, e sobre qual o real sentido de sua vida e a duvida de que se aquilo que planejou para sua vida realmente vai acontecer ou se se tornará uma pessoa acomodada e amargurada por não conseguir aquilo que sempre almejou!

Aqueles que leram a essa postagem obrigada! e por favor cometem o que acham. bjs!

sábado, 26 de janeiro de 2013


Como eu queria está presente
nos momentos de alegria,
poder dizer que estou feliz
e comemorar juntos essa vitória.
não sei o que me impedi
de me aproximar
e dizer que me importo,
apenas não tenho coragem para te abraçar
pegar nas suas mão e segui-los até em casa
e aproveitamos tudo.
Como eu queria,
como eu sofro!
Essa tarde combinamos de todos
sairmos juntos, para beber e comer alguma coisa.
Todos insistiram, me ligaram.
Eu cheguei próximo ao bar e parei.
Me contive, fiquei olhando,
como se divertiam e eu não pude...
voltei para casa chorando.
Não sei o que me impedi 
de me aproximar.
E eu sofro tanto!
respire.apenas respire!
siga em frente,
seja confiante se não te amassem 
não se importaria.
Eu não quero mais sofrer.
Ana Paula Bastos.

domingo, 26 de agosto de 2012

KERLI

Minha mãe costuma dizer que eu tenho um pessimo gosto para música, além de elas serem altamente depressivas os cantores são malucos ou esquisitos. Eu normalmente respondo, mãe isso é arte! E eu acho que o melhor de fazer música é justamente isso, poder espressar a forma de como se sente, pensa através da sua voz, de sua perfome corporal e de da forma de se vestir. Se todos os artistas se vestissem igual, cantasse igual, tivesse a mesma perfomace então não chamariamos mais de arte e sim de vida real. E ter a capacidade de apreciar essa forma de arte com sensibilidade e saber reconhecer o verdadeiro valor do artista que o compõe e poder deixar que um pouco ( ou totalmente no meu caso) dessa arte faça parte de sua vida. Essas palavras se aplicam a todas as expressões artiscas que conheço e não conheço. Bom, eu sou totalmente louca por música japonesa, anime e filmes. Talvez isso se explique ao fato de meus olhos serem grandes como as dos personagens de animes. Eu estava assistindo a uns videos da kanom Wakeshima e em de suas músicas estava o video da Kerli. E esse video me chamou muita atenção, a música soava um pouco triste, o figurino era bastante trabalhado e tudo era ao contrario. Walkin in the air, era o nome do video, ela se assemelhava muito a uma bonequinha, isso me deixou mais interessado porque eu nunca consegui me recuperar do junck. Comecei a assistir os videos relacionados e gostei mais e mais. Kerli é uma cantora estoniana de 25 anos que nasceu em Elva, Tartumaa. Nessa época a Estonia estava sobre o dominio da URSS e segunda ela a mentalidade das pessoas eram bastante restrita o que fez ela ter uma infância dificil ao não receber a necessaria atenção por parte de seus familiares. O país se tornou livre quando ela tinha 4 anos de idade. Desde cedo teve aula de inglés, canto, balé e teatro.Aprendeu a tocar piano aos 8 anos de idade. Compôs sua primeira canção aos 12 anos. Aos dezessete anos abandonou os estudos para se dedicar a música( queria ter um pouco dessa coragem). Ela participou de varias competições musicais. Venceu uma das competições interpretanto uma canção de Nelly Furtado. Kerli passou muitas dificuldades na busca pelo sonho de ser cantora, vivia com a renda apenas de 100 dolares e se alimentava de sopa de ervilhas. Em 2008 lança o album LOVE IS DEAD, album em que ela disse de ser o fim de sua depressão por isso que o album soa um pouco triste e introspectivo. Recenetemente ela lançou um segundo algum porém apenas conheço duas faixas " zero gravity" e "army of love". Que gostei bastante. O genero de sua música é bastante alternativo, que vai do pop ao rock. Outro ponto que me fez simpatizar mais com essa artista é que assim com eu acredita em fadas e anjos e a sua visão ampla sobre varios conceitos que vão de relião e a socidade ( que não irei comentar neste momento. Porfim Kerli é uma grande artista, talvez seu genero musical ou a forma como aborda alguns temas não agrade a alguns, porém admito que ela é uma otima artista.
assistam ao video! http://www.youtube.com/watch?v=wXMeZwO2qZ0&feature=artistob&playnext=1&list=TLsrdVx0knkaA

Yousei Teikoku

Essa banda eu a conheci a dois anos uma amiga baixou o video e me mostrou( ela sabe que eu AMO bandas japonesas, coreanas enfim orientais) eu fiquei maluca, adorei de cara. A música, a perfomace e os figurinos da vocalista(massa demais!). E tem a otima qualidade e o profissionalismo dos músicos japones e é uma excelente representante da música gótica. O primeiro video que assisti dessa banda foi schwarzer sarg simplesmente lindo, a obscuridade, a sensualidade e ao mesmo tempo a delicadeza de Yui me fizeram a me interressar mais pela banda e a pesquizar mais materias e a história e então resolvi divir com vocês um pouquinho do eu sei sobre a banda. Yousei Teikoku é uma banda gotica japonesa
formada em 1997 pelos integrantes Yui e Tachibana e um conceito reviver através da música o imperio das fadas que existia entre o reino humana e espiritual. As musicas dessa banda vão do classico ao eletro com uma atmosfera sombria e as vezes misteriosas. Em 2010 com o lançamento do album Batpze entraram mais dois integrates Naname e Relu.

sábado, 18 de agosto de 2012

Conto O sacrificio

Este conto é o mais recente que escrevi. Espero que quem leia goste e se não goste comente para que assim eu posso crescer. Os comentarios aqui postados serão bem aproveitados. Três horas da manhã marcava o despertador e o relõgio cuoco da sala confirmava com três longas e penosas badaladas. Desperta do seu pesadelo ouvia vozes lá fora. Levantou de sobressalto e caminhou cautelosamente até a porta. Prendeu a respiração e abriu a porta pronta para o pior, mas nada, não havia ninguém. Desce as escadas e no assoalho da sala, ver assustada um pentagrama desenhado, uma adaga e uma taça com vinho. Uma a carta escrita a mão com a seguinte mensagem : Você disse que sempre estariamos juntos. Prove o seu amor beba agora! Uma calafrio percorreu sua espinha. Do que se tratava aquilo? Que brincadeira idiota! Deu as costas aos objetos. Então escuta a tv ligar na outra sala, correr para desligar. " Três jovens morrem um terrivel acidente de carro". Era a manchete do jornal. ' Eles não tiverão chance alguma". começou a reporter. "O caminhão invadiu a pista e passou por cima do carro, os três jovens tiverão morte instântanea. Seus nomes eram: LUCAS FERREIRA, PEDRO SILVA E JONATAS BORGES. A TV desliga. " Jonata Borges!? sussurrou. Meu jonata? Nesse momento as luzes se apagam e ela se vê envolvida por uma sombra. O seu amor morreu, o que será de sua vida? Corre até o copo de vinho e bebe até o último gole. O mundo vazio e sem cor, sua garganta começa a comprimir-se e o coração acelerar. A dor.Dor. E um último grito. Uma tempestade. Ventania, trovões e relampagos. Ana acorda de seu pesadelo. Maldição! Ela poderia jurar que a claridade do relampago havia projetado uma sombra demoniaca na parede. Mas foi apenas um sonho, repetia.Estava sozinha em casa. Na maldita mansão que os pais haviam comprado no meio do nada, uma enorme casa velha e assustadora. Ela odiava. Mas odiava mais a si mesma por ser tola e ter entrado na onda dos amigos e entrar em uma sociedade idiota que tinha como regra principal uma vez dentro jamais sairá. Fora esse o motivo da mudança. Mas agora depois de três meses achava que era tudo paranoia dela e eles não ia machuca-la de forma alguma. Três horas da manhã marcou o despertador e cuoco da sala principal lá em baixo. Mais um relampago e as luzes se extinguiram. Um estalo. O sonho. O medo amargou a sua boca e o coração apertou " não era real, era apenas um sonho". Uma sombra percorreu o quarto e ela se escondeu debaixo das cobertas ' PAI nosso que estais no céu... começou. Um golpe na parede ao lado... santicidado seja .... passos na escuridão. vosso.. algo a atingiu na sua cabeça. Sucessivos golpes e bizarras risadas. Tentavam puxar o seu cobertor. seu pé foi agarrado e ela puxada até o fim da cama. Desesperada descobriu-se e pulou da cama chegando até ao interruptor. acendeu a lampada. Ninguém. correu o corredor pedindo ajuda. desceu as escadas correndo e tropeçou em algo, rolou sete lances de escada, levantou-se a perna doendo opulso estourado não a impediram de deixar aquele local. Correu a porta da frente.Trancada! Não conseguia acreditar. Olhou pela entrada de cartas e não havia ninguém para salvá-lá."Deus", pensou. As luzes se apagaram mais uma vez e seu pé foi pulxado por uma mão grande e fria que a arrastou por toda a casa. Havia um corredor que levava até o escritorio. Enquanto era arrastado vultos brancos aparecia diante dela. Aporta do escritorio foi aberta e lá estava no asoalho o pentagrama, a taça com vinho a adaga e ao lado estirado Jonnata. NÃO. Gritou. se desprendendo da mão e correndo até o seu namorado. "Ele era inocente ela não sabia da sociedade". O vulto respondeu: Você sabia as consequencias todos que você ama vão morrer de forma cruel. Ana não pensou duas vezes. Não queria ver todos a quem amavam morrer ao poucos e dolorosamente. 'Serei eu sacrificada". Pegou a adaga e a cravou em seu coração. Ao assitiream a cena bizarra e inesperada, todos se desncapuzaram-se e mostraram os rostos. Jonnata abriu os olhos assustados e murmurou: era só uma brincadeira. Ana tombou sem vida e seu sangue jorrou sob o pentagrama. todos ficaram estarrecidos. Mãe, pai, primos, amigos. Era uma pegadinha de 1º de abril.

terça-feira, 24 de julho de 2012

FRANKSTEIN DE MARY SHELLEY

     O conto de Frankstein é bastante conhecido e explorado por diretores e escritores mundo à fora. Todo mundo tem sua versão de Frank ( é que somos intimos rs). É um belo conto de terror, um estilo que muito me atrai e por muito tempo para mim não passou disso, conhecia o conto por ser mencionado em trechos de livros, filmes, videos clipes e besteiros e ele sempre, sempre me causou simpatia, embora muitas vezes ele fosse retratado como uma criatura horrenda, maléfica, estupida sem qualquer resquio de bondade e inteligêcia. Ao me deparar com essas alusões  eu não as levava em consideração, pois achava ( ainda acho) que ele apenas era uma criatura emcompreendida por sua aparência, por seu nascimento e mesmo depois de ter lido o conto integral tenho a mesma opinião.
  Embora Frankstein não tenha nascido de forma natural( ele foi criado em laboratorio)  e sua aparência física se comparar mais a um demônio que a um homem, ele possuem sentimentos, conhecimento e inteligencia igual a um homem. E a sua derrocada a uma caminho vil, assassino e torpe foi devido a circuntancias que ele foi exposto. A aversão homana quando ele só queria amor e compreensão, o escarnio e a toda a dor que ele sofreu devido a repugnância da sua aparência o transformou no monstro propriamente dito. Não que justifique os crimes cometidos por ele no conto, mas se uma criatura só encontra aversão, ódio, repulsa sem nunca ter contato com amor, como pode amar? isso me lembra as palavras de um filosofo " o homem é naturalmente bom, a sociedade é que o corrompe". Isso se aplica a Frankstein, porque ele era uma criatura em branco, não conhecia, falava, vivia encoberto e protegido pela Inocência, mesmo quando foi exortado pela 1º vez pelos aldeões  e só ao ver o seu rosto refletido na água compara com os homens, soube que era repulsivo , mas sem entender o porque. Então nas leituras que Félix fazia para o seu pai cego, aprendeu quais os sentimentos e ambições do homem e se sentiu maldito por sua aparência e invejou o homem. Quantos de nós já não sentiu isso? Mas pelo menos encontramos alguém que nos console como amigos, pais, irmãos. Porém, Frankstein não. Em seu caminho houve apenas aversão e repulsa. E mesmo depois de ler todo o conto e ficar horrorizada com seus crimes. Eu seti pena dele, imaginei ele como uma pessoa real nessa nossa sociedade. Não serei hipocrita a ponto de dizer que sou uma pessoa que declara " o importante é o interior e não o exterior" , mas a verdade é que por mais que digamos que a aparência não importa, sempre a levamos em consideração. Na hora da paquera, quem chama mais atenção é o mais bonito,mais bem vestido. Na hora de contratar alguém para trabalha lá se vai a aparência como ponto forte e sempre há aquela risadinhas quando vemos aquelas pessoas que não se encaixam no padrão social "normal".
 Acho que o fato de identificar com o " Frank", foi devido a minha não tão gloriosa adolescência, mas da qual não guardo mal lembranças. Tenho 1,59 de altura, na época era gordinha e tenho espinhas no rosto desde os 9 anos de idade. Mas isso nunca foi motivo para eu me sentir inferior. Ao contrario sempre gostei de participar de todas as atividades na escola e usar o que gostava idependentemente do que os outros achavam, mas a verdade era que todos me achavam feia e esquisita me apélidavam de coisas  como: cospe fogo, 'doidinha", rato afogado e outras coisas bem criativas. Eu usava uma calça boca de sino verde( isso em 2003), uma bolsa de saco de estopa ( que eu adorava) um sapato verde de salto alto  (hoje eu vejo o quanto era horrível) e todo tipo de acessório que me agradava. Todas as minhas calças eram coloridas e todos da escola riam bastante ( e hoje todo mundo acha o visu do restart um máximo) e eu não escondia meu interesse por bruxas, metal e coisas góticas ( ou seja eu era uma e.t. levando em conta que no meio onde vivo todos são forrozeiros e pagodeiros, ainda mais naquela época). Uma vez nas piores demostração de  intolerância me bateram por eu ser 'feia" ( agora chamamos isso de bulling). Mas eu fui feliz. Tive 11 "amigas", que me deram força para superar essa fase. Isso me vez enxergar as pessoas com mais respeito.
  Frankstein foi escrito em 1818 por Mary Shelley, que era filha do poeta e filosofo Willian Godwin e foi casada com um celebre poeta inglês Percy Shelley. Desde criança sempre gostou de escrever e imaginar coisas. Seu marido Shelley sempre a encorajava a escrever, mas ela por algum tempo se fez receosa, o tempo lhe era tomado por viagens e cuidado com a família.
 Até que no verão de 1816, numa visita a Suíça tornaram-se vizinhos de Lord Byron.No entanto, aquele verão por ter muitas chuvas os obrigavam a passar varias dias em casa. Caíram, então em suas mãos alguns volumes de histórias de fantasmas. Então, Lord Byron propôs que cada um escrevesse uma história de fantasma. Por muitos dias nenhuma inspiração passou por sua cabeça. Até uma noite conversavam Lord Byron e seu marido sobre Darwin. Quando se recolheram Shelley não conseguia dormir ficava pensando no assunto.  Até que sonhou com tal criatura, criada pelas mão do homem e sua imagem causava tanta repuganancia e asco ao seu criador que ele preferiu deixar a criatura em seu laboratório para esquece-la, mas qual foi seu assombro ao despertar e se deparar com a criatura lhe encarando. Seu horror foi tamanho que ele preferiu fugir. Despertada amendronntada pelo sonho, Mery Shelley depois percebeu que esse poderia ser seu conto de fantasmas.

sábado, 21 de julho de 2012

Frankstein



  " Acaso, ó criador, pedi que do barro
me moldasses homem? Porventura pedi
Que das trevas me erguesses"
                                                               Jonh Milton




quarta-feira, 28 de março de 2012

Frágil cristal

Eu sou como um frágil cristal.

Quando alguém me dá uma ordem
Eu sigo prontamente
Em direção ao meu quarto.
Eu sou como um frágil cristal.
E de minha alta e isolada torre
Eu tento tocar as estrelas do meu céu.


Eu estou morrendo de tristeza.
Tentando sair de minha dor
Me mantendo triste
Tentando colar os pedaços que você quebrou
Eu sou como um frágil cristal.
Eu sou como um frágil cristal.
Que toda vez que tem o coração partido
Se esconde em sua própria prisão.


Então há um lugar distante
Onde o gelo queima as flores de verão.
Sem nenhum remoço
Você roubou meu nome.
Invadindo toda a quietude
Com prantos e desespero
Tudo o que eu mais desejei
Tornou-se o meu maior medo.
Eu sou como um frágil cristal.
Eu sou um frágil cristal!

domingo, 22 de janeiro de 2012

Vampiros

Nos dias atuais vampiros estão na moda. Todo mundo quer ser vampiro, se vestir e tentar agir como vampiro ( é a mais pura verdade na net tem muitas comunidades vampiricas). Só que os vampiros de hoje não são mais como os de antigamente ( maus, vulneraveis a alho, cruz e água benta, queimam ao sol e sugam sangue humano para sobreviver... srsr sem falar que eles eram extremamente sexys e atraentes). Os vampiros de hoje são tão diferentes não tem personalidade, sugam sangue de animais, brilham no sol, são meio emos e tem 17 anos eternamente ( e não são atraentes). Ah! Como era bom nos velhos tempos.

Eu ainda lembro do primeiro filme de vampiro que assisti foi " Entrevista com vampiro" de Anne Rice ( que saudades, ela sim sabia das coisas. Eu sou fã dela srsrs) , com os atores Tom Cruise e Brad Pitt( lindos). Era uma fita de VHS a locadora tinha uma promoção " alugue 6 e pague 5" só que o sexto filme foi o entrevista. De inicio desdenhei, mas depois que o assisti o meu mundo não foi mais o mesmo e desde então eu sou uma vampiromaniaca ( além de lobsomaniaca, piratomaniaca, fadamaniaca ...).
As lendas sobre vampiros são bem antigas e praticamente quase toda cultura tem uma especie de vampiro particular.
Na cultura japonesa há uma criatura vampiresca demoninada Kappa, um Youkai anfibio que habita rios e lagos e se alimentava de eventualmente de sangue. Pode ser tanto benefico como maléfico e tem o tamanho de uma criança de 10 anos. Sua aparência é descrita como: pele esverdeada, escamas, rosto de macaco, casco de tartaruga, menbrana nas mãos e nos pés e o topo da cabeça tem a forma de um pires, onde ele carrega água ao andar na terra firme( ele deve ser medonho). Se a água do pires derramar ele perde seus poderes sobrenaturais e pode ser facilmente derrotado. Acredita-se que ele ataca pessoas animais para sugar o sangue e é costumes dos japoneses atirar pepinos em rios e lagos ( que é o alimento preferido) com o nome de parentes e amigos, pois se ele aceitar a oferenda como o nome escrito ele não machucará aquela pessoa referida.
Ah! Também existe a lenda do gato- vampiro(essa é a que mais gostei). Essa lenda conta a historia do principe Nabeshima e sua linda concubina Otoyo. Uma noite um grande gato vampiro invade o quarto de Otoyo e suga todo o seu sangue escondendo o corpo e assumindo a sua forma. Aos poucos ele ia sugando o sangue do principe, que cada dia ficava mais fraco. Uma noite porém um dos guardas ficou acordado e prescenciou a transfrmação de Otoyo em gato.  Desmascarado, o gato foge para uma região montanhosa, onde começam a surgirnoticias de ataque da criatura. Após a recuperação o principe organizou uma grande caçada para vingar Otoyo. Eles capituraram o gato-vampiro e o mataram.
Essa lenda virou peça teatral, The vampire cat( 1918) e um filme, hikoku kaibyoden (1969).
Essas são as duas únicas lendas de criaturas vampirescas do japão, sendo que o gato vampiro é o unico propriamente dito,mas mesmo assim o japão é o maior produtor de vampiro do mundo (mangás e anime). Os japones só vieram incorpora a cultura do vampiro após a segunda guerra mundial, com a chuva de cultura ocidental eles que ja tem suas raízes o culto de história de horror perceberam toda a informação e criação os seus vampiros. Uma das 1º animações japonesas sobre vampiro foi Dom Dracula (eu cheguei a assistir quando era pequena e fiquei surpresa quando fiz essa pesquisa que já havia assistido a esse desenho) é mais humor. Hoje há varios annimes com esse tema: Trinity blood, Helsing, Vampire Knigth, são esses os meus preferidos, mas há muitos outros para todos os gostos.
Outra lenda de vampiro bastante conhecida é a da condessa Dracula: Erzsébeth Báthory. A condessa nasceu na cidade de Nyrbátor em 1560 e viveu parte de sua vida adulta no castelo de Catche. Erzsébet foi criada na propriedade da familia  em Ecsed, Transilvânia. E quando criança tinha uma saúde fragil. Ainda jovem casou com o conde Ferenc Nadasdy, passando a viver no castelo dos Nadasd em Sarvar.  O conde era militar e passava longos periodos fora do castelo. Durante sua ausência era a condessa que tomava conta do castelo. Foi então, apartir dai que começaram aparecer as tendências sádicas de Erzsébet. Ela castigava os seus empregados que infrigissem as regras, torturava-os chegando até a assassina-los. No inverno colocava suas vitimas nuas a andar pela neve, despejando água gelada até que  morrecem congeladas.
Em 1604 o conde morre e Erzsébet muda- se para Viena, lá ela se aperfeiçoa na arte da tortur
a e também é lá que começa a surgir boatos da condessa que tomava banho com o sangue de linda jovens para manter sua beleza e juventude. Logo após a morte de seu marido a condessa se junta com Anna Darvulia. Quando Darvulia adoeceu Ezsébet passa a recorrer a ajuda de Majorava, viuva de um fazendeiro local. Majorava a encorajaa vitimar filhas de nobres. Como dos  o aumento dos rumores, a condessa foi tento dificuldade de conseguir novos serviçais. Foi então que a condessa resolveu seguir os conselhos da parceira e começou a matar nobres. Depois de ser denunciada por sua melhor amiga e companheira de assassinatos, a condessa foi presa em um aposento do castelo Catche, sem portas e sem janelas. Alguns dizem que foi o proprio diabo que a levou. Ela é considerada uma das maiores assassinas da historia( foi lendo um artigo sobre os maiores assassinos da história que fiquei conhecendo a lenda da condessa drácula).
Mas existe outra versão para essa lenda, diziam que Erzsébth era muito linda e envelhecia de uma forma diferente das outras mulheres, tudo por que ela tomava banho com essêcia de frutas vermelhas( tai as pessoas pensarem ser sangue). O caderno o qual continha os nomes das supostas vitimas, na verdade era um livro  de receitas onde ela guardava o nome de ervas curandeiras e pessoas que ela havia ajudado a se curar, ja que ela era uma especie de curandeira. Essas acusações de tortura e assassinatos foi um meio pelo qual um outro nobre encontrou para tomar as propriedades da condessa, já que ela possuia metade das terras do país. Quando foi confinada no castelo sem portas e janelas Ezsébet passava os dias orando. Até que um dia com uma das velas que iluminava o local, pos fogo nos aposentos e deitou-se sobre a cama em chamas entoando cantos de louvor ao Senhor.
Essa lenda ajudou a difundir a lenda vampirica na europa, assim como a do conde Dracula. Há dois otimos filmes que retratam as dua versões da lenda que são A Condessa Drácula e A  Condessa de sangue.












domingo, 11 de dezembro de 2011

Mundo oco



Não há mais o que fazer
minhas lágrimas afogaram a minha dor.
Eu não consiguo respirar
todo o caminho foi
coberto por mentiras
as quais criei para proteger a mim mesma
do medo que o desconhecido me causava.

Por mais que eu tentasse
algo me puxava para baixo
aos poucos eu fui esquecendo
o que é estar viva.

Eu não sentia nada
apenas quando alguma coisa
me icomodava
eu virava para o lado
e continuava a dormir
o meu mundo oco
jamais se preenchia.

Eu sentava, olhando para o céu
e choranado implorava
que alguém me salvasse
a dor era insurpotavel.
Hoje eu não choro mais
porque o meu coração não senti
mas mesmo assim
quando fecho os olhos
não revejo nada
apenas o meu mundo oco.


domingo, 20 de novembro de 2011

ninguém

Ninguém....
ninguém.

Eu por varias vezes disse
e você nunca ouviu
nunca mencionou
alguma palavra que indicasse
seu amor por mim.
Eu cansei de me iludir
e o s eu silencio me partir
não haverá nada mais pra você aqui.

Eu sei que em algum momento você sentiu algo por mim
mas na realidade
não vou deixar mais
ninguém
me fazer sofrer.

O tempo passa e a cicatriz vai fechar
e todos esses sentimentos aqui dentro
vão encontrar uma forma de sair.
Porque sem você o meu mundo é melhor.

Sem titulo

Espero que a tristeza possa passar
quando o céu limpar as lágrimas.
Espero que pare de doer,
quando o sol sorrir.
Eu procurei por você
quando meus dias ficaram escuros
e só encontrei silêncio.
Então eu sentei e esperei
você voltar
porque eu acredito em você.

você sentiu a doçura sair dos meus lábios?
você esperou que eu te desse o meu coração?
Eu esperei que você me dissesse
o que eu queria ouvir.
Mas você não me disse nada
e o meu coração partiu e quebrou aqui dentro.

...porque eu acredito no céu
e acredito em você
eu acredito em você

Quando o céu escureceu
e a chuva caiu
minhas lágrimas foram de encontro ao chão
eu estendi a mão e você veio ao meu amparo.
e eu acredito em você.

terça-feira, 16 de agosto de 2011

Sentimento gótico

     Uma vez eu li a seguinte frase " ... Não se vira gótico, se nasce gótico e se descobre que é um com o tempo." Não me lembro quem escreveu ou se era essa a ordem, mas neste momento soube que pertencia á algum lugar.
     Tentar definir o que é ser gótico não é fácil e acredito que não há uma definição clara ou pronta, pois é algo bem complexo, é muito mais que vestir preto, ouvir música do género, andar em cemitérios a noite ou se isolar do restante do mundo e viver na tristeza eterna ( e é o que a maioria das pessoas pensam) e tais caracteristicas não se define um gótico, há pessoas não góticas com essas caracteristicas e essas atitudes  podem  fazem parte de problemas emocionais momentâneo.Então resolvi falar do meu sentimento gótico.
   Eu não ando em cemitério porque morro de medo de alma penada, nunca vi, mas quem sabe se elas não existem mesmo é o que dizem "  há mais mistérios entre  o céu e a terra do que julga a nossa vã filosofia". Eu não sou mal humorada ou anti social, as pessoas me acham até engraçada (eu sinceramente me acho sem graça). Eu amo preto, a obscuridade, o isolamento e me expressa através da escrita( as pessoas só me conheceram realmente se lerem o que escrevo) são em meus versos, poemas e cartas que estão minha essência.
 Tudo começou quando tinha 10 anos, foi nessa época que percebi que era um pouco diferente de meus amigos, sabia coisas que eles nem imaginavam que existiam, conhecia outras culturas, livros e era capaz de escrever narrativas completas. Tinha interesses por coisas diferentes. Adorava os tempos de chuvas, o céu nublado, prestava atenção em cada detalhe: as cores do por do sol, a beleza da lua, o aroma de cravinho que o vento trazia quando ia passar a tarde inteira chovendo. Eu lembro que próximo a minha escola havia uma praça e nós nos deitávamos na grama e os meus pensamentos voavam, voavam para hoje quando eu iria recordar  daqueles momentos... e eu, eu tinha certeza que sentiria saudades.
 Com o decorrer dos anos as diferenças entre mim e os outros ficavam mais evidentes e eu me sentia cada vez mais sozinha. E  passava o meu tempo lendo e descobrindo coisas novas, soube quem verdadeiramente foram as bruxas e me identifiquei com elas, Tchaikovsky, Lenin, Sir Conan Doyle, As brumas de Avalon, Sepulura, Metalica, Ramones, Iron maiden, Evanescence, Anya  e O Fantasma da ópera e  não posso esquecer de Tim Bortom, aos 12 anos o amor seguido de um vazio.
   Eu nunca gostei de alguém como gostei dele, mas ele não estava nem ai pra mim, na verdade ele me despreza porque eu era feia e durante dois longos anos eu sofri por ele não me amar. Ele foi a inspiração dos meus versos e canções e a esperança para uma vida vazia. E então as coisas começaram a mudar e ele passou a me tratar com respeito e quando eu poderia conquista-lo e realizar o meu sonho de amor ele morre.
 Meu coração doeu tanto e até hoje doe quando lembro e penso: O que poderia ter acontecido se ele não tivesse morrido?
  EU  estava confusa e triste, sozinha e não conseguia desabafar, pois todos achavam um exagero o que eu sentia. Então eu mergulhei numa profunda depressão que durou três anos, onde perdi amigos, festas, namorados e oportunidades. Nessa fase eu apenas ouvia musica, lia meus livros, escrevia e desenhava muito. Não saia de casa de forma alguma, apenas para ir a escola(que eu odiava). E foi em uma de minhas pesquisas que acabei encontrando um site com um belo texto que tinha a frase que citei no inicio e tanto ela como o conteúdo contido no site me eram família, eu me encaixava perfeitamente no perfil daquelas pessoas, passei a me corresponder com aquela comunidade e ali me sentia bem, era aonde as pessoas compreendiam meus pensamentos e sentimentos. Foi como me descobrir. Eu já conhecia a cultura, mas era superficialmente apenas como um estilo musical.
Desde então me sinto bem mais resolvida e é mais facil encarar a vida sabendo que há mais pessoas assim como eu.
  





sexta-feira, 17 de junho de 2011

Coração de corvo

   Birdline corria agilmente entre os galhos das árvores e as pedras na floresta. Seu coração batia apressadamente e quase não conseguia respirar, tentava a todo custo engolir o choro as lágrimas embaçavam a visão do caminho. Ela estava a frente de seus perseguidores, mas ainda ouvia as vozes exaltadas.
  Ouviu um gorgea era Lancelot o seu corvo. Ela correu ao seu encontro e pediu com lágrima que ele levasse um recado ao seu amado, que se ele a amasse diveredade retornasse ao seu povo  para para salvá-la.
  Na aldeia ouviam-se as trombetas, na praça principal pessoas vinda de varias regiões se aglomeram para ver o espetaculo, os nobres e o clero se postavam em seus lugares para poder observar melhor o cortejo da morte passar.  Logo após começava a missa com o sermão e por a senteça a qual condeva Birdlane a morte na fogueira acusada de bruxaria e por ter usado das artes das trevas para seduzir e assassinar o principe Tristan.
  birdlane foi arrastada até a fogueira em meio a multidão, que a insultava, jogavam lhe pedras, cuspiam em sua face. Assustada ela não sentia a dor das pedra que lhe eram arremessadas, tentava resistir ao maximo, pois sabia que a fogueira era o fim. Direpente algo a atinge na cabeça deixando- a desnorteada. Quando se recompoe já estava amarrada e os guardas acendiam o fogo.  Ela olhou para o céu e o seu coração apertou, sentiu um nó na garganta. As lágrimas brotaram abundantemente. O mundo ficou mudo. Ela lembrou do toque de Tristan, das noites de amor, de como ela se entregou a ele, sem se importar com os seus antepassados, o seu povo, sua terra sagrada de feiticeiras. Ela abandonou o seu mundo para viver com o seu amor e ele abandorá, fingirá morte e agora o seu povo a acusava de tê-lo matado e ele não se importava. Iria permitir que a queimassem na fogueira?
  Gotas de suor molhavam sua face o calor ja era insurpotavel, bolhas formavam em sua pele.. Do autor de sua dor e desepero Birdlane solta um grito que expressa toda seu sofrimento..

quarta-feira, 13 de abril de 2011

SEM TITULO

Eu escrevi palavras belas do meu coração
como sempre após entreguei para alguém ler
uma pessoa que me fizesse sorrir
que me roubasse rosas pela manhã
eu as encontrasse  na minha janela.

Os dias aos quais passamos juntos
foram eternos no meu coração,
mas a paixão é algo que vai sem deixar respostas
assim como vem.

E eu me encontrei no mais profundo
rio de magoas, aos quais as petalas
das rosas eram macias e delicadas
mas ao fundo e longe viam se os espinhos.

O tempo passou ....


Os dias forma se tornando menos  cansitivos
e as rosas estão tão graciosas como antes
eu sinto o perfume do mundo
e não precisei desse alguém para me recompor
pois, estou viva e por mais que os
amores vão, venhão,morrão
eu tenho esperança e fé
e tudo o mais passa.

domingo, 20 de março de 2011

Em um dia perfeito

 Tudo o que eu queria era ser perfeita
 para você poder me ver
 e ser a sua unica
 infelizmente eu banquei a tola.
 Não se pode transformar o pobre em maravilhoso
 e o desprezo em amor.
Desde há tempos
 eu estive me escondendo por traz deste sentimento,
por muitas noites esperava o deus dos sonhos me visitar
apenas para sonhar com você.
Mas você não conseguia ver
que todos os dias
eu morria um pouco por você,
mas você não conseguia
que com o tempo eu me enterrava pouco a pouco
por você.

Eu fechava os olhos
e imaginava dias perfeitos
embaixo de um céu cinza e uma brisa leve
em seus braços.
Porém você não conseguia ver
que estava apaixonada
você não conseguia ver
você não conseguia ver
que tudo que eu tinha era o amor por você.


quinta-feira, 17 de março de 2011

Vida vazia

Grandes olhos,
Lagrimas de cristal
em longos frageis cílios.
Um doce lábio a sussurrar o teu nome...
Em meu peito bate
um coração duido
As lembranças de um passado perdido
a ilusão de um amanhã.

Ao meu redor a nevoa da solidão que me esconde do mundo.
Eu amei mais do que devia,
eu sonhei com o que não podia alcançar,
eu chorei pela desilusão sentida,
eu amei quem não sabia amar.

Ele trouxe alivio para o meu desespero
forma ao amor
sabor ao beijo
docura para a dor.
Suas mãos me envolviam,
seu toque me estremecia.
Os seus olhos me penetravam,
sua boca me bebia.

O seu ADEUS foi frio e
sem ele a minha vida é vazia.

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

Juntas para sempre

   Candida e Lourdes eram gêmeas identicas e muito proximas. Quando crianças confundiam seus pais, ninguém nunca sabia quem era quem quando resolviam trocar de identidade. Quando uma adoecia elas mesma cuidavam uma da outra. Sempre juntas, sempre unidas.
   Quando cresceram logo arrumaram namorados, pois eram lindas e inteligentes. Loudes se casou e foi embora para Teresina, Candida continouo em Bacabau, mas sempre uma ia visitar a outra. Depois de dois meses longe da irmã Candida começou a ficar quieta, passava horas a comtemplar o vazio e logo em seguida deixou de comer, ao fim da semana ela passou a apresentar febre e confussões. Sua mãe sabia que o único remedio era a presença da irmã, mas como naquela epoca a unica forma de se comunicar era por telegrama, mandou um solicitando a presença de Lourdes urgentimmente, mas como esse chegou três semanas depois Candida acabou falecendo em delirios chamando pela amada irmã.
   Dois anos depois Lourdes mudava-se novamente para sua cidade natal Bacabal. E começa a enfrentar serios problemas com o marido.Primeiro apos dois anos de casamento ela não conseguiu engravidar e por causa disso o seu marido começou a trai-la. Uma vez ela reclamou dele ter demorado na rua ele bateu tanto nela que ela ficou de cama.
   Com o passar do tempo ele não dava mais nada a ela. E a maltratava cada vez mais. E Lourdes não contava com ninguém, sua mãe achava que ela estava errada e era a sua culpa pois não conseguia dá filhos ao seu marido. Então ela começou a se amaldiçoar e chamar pela companhia da irmã.
   Ela estava sentada de costas para a janela quando ouviu seu nome ser chamado pela voz da irmã. Lourdes sentiu o corpo esfria e um frio correr por sua espinha, mas ao virar nada virá. Entrou para o quarto e trancou a porta agarrada em um crusifixo orou um pai nosso bem baixinho. Dormindo sonhou em um lugar da sua infancia, na beira de um rio sentada e ao seu lado Candida que lhe abraçou forte e disse que não entendia o porque ela a havia abandonado, mas agora não havia mais importância, pois ela havia encontrado um jeito de elas ficarem juntas para sempre.
   Lourdes acordou assuatada e ainda mais com batidas fortes na porta. Era o seu marido com raiva por ela ter trancado a porta do quarto. Ao entrar no quarto ele a socou no olho deixando caida no chão, onde ela pegou no sono.
  
    

segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

CONTO II

Pegou o ultimo trêm da noite para voltar a sua casa. No caminho pensou na vida, distraia-se
olhando a paisagem lá fora. De repente o trêm balançou e as luzes se apagaram. Ela sentiu
um gosto amargo na boca, sua respiração ficou dificil e seus pulmões pareceram explodir.
Ela abriu os olhos pela ultima vez e  seu corpo ficou leve.

Novamente abriu os olhos e viu que continuava no trêm. Desceu na sua estação e segiu para a sua casa.
Deu alimento para Aya e Hades, os seus gatos e chorou a sua solidão o resto da noite.
Pela manhã ela se levanta e vai para o seu trabalho para sua triste e esquecida biblioteca. Pega o ultimo
trêm para retornar a sua casa e assim faz sucessivamente todos os dias, durante meses, durante muitos
anos. Quando acaba o expediente pega o ultimo trêm e no meio da ponte ele para. Ele sempre
para ali, todos os dias, no mesmo horario. Ela olha fixamente para o rio e sente temor e angustia. Algum tempo depois ele volta a andar e ela volta para casa alimenta o seu gatos e chora o restante da noite.
No dia seguinte o trêm para no mesmo local e voltou novamente a andar. Ela nunca havia reparado.
Na estação seguinte ela resolve descer e até aquele lugar que lhe causa tanta dor. Desceu até o rio e desceu até a margem. Parada com muita difilcudade de respirar ouviu chama-lá. Tomada por uma curiosidade entrou no rio e mergulhou fundo, fundo e mais fundo. Aterrozida viu o seu corpo na ferragem do trêm. Desnorteada subiu a margem, não conseguia entender, estava viva, pelo menos sentia-se viva, continuava trabalhando, alimentando seus gatos e alguém sentiria sua falta. Tudo continuava como antes, nada mudou.
Ela, então, lembrou que durante toda a sua vida ela apenas existiu, ninguém nunca deu por sua prescença. Ela não tinha familia, amigos. Ela subiu a margem, voltou para a rua e continuou a andar pelas ruas amargando sua eterna solidão.