quarta-feira, 13 de abril de 2011

SEM TITULO

Eu escrevi palavras belas do meu coração
como sempre após entreguei para alguém ler
uma pessoa que me fizesse sorrir
que me roubasse rosas pela manhã
eu as encontrasse  na minha janela.

Os dias aos quais passamos juntos
foram eternos no meu coração,
mas a paixão é algo que vai sem deixar respostas
assim como vem.

E eu me encontrei no mais profundo
rio de magoas, aos quais as petalas
das rosas eram macias e delicadas
mas ao fundo e longe viam se os espinhos.

O tempo passou ....


Os dias forma se tornando menos  cansitivos
e as rosas estão tão graciosas como antes
eu sinto o perfume do mundo
e não precisei desse alguém para me recompor
pois, estou viva e por mais que os
amores vão, venhão,morrão
eu tenho esperança e fé
e tudo o mais passa.

domingo, 20 de março de 2011

Em um dia perfeito

 Tudo o que eu queria era ser perfeita
 para você poder me ver
 e ser a sua unica
 infelizmente eu banquei a tola.
 Não se pode transformar o pobre em maravilhoso
 e o desprezo em amor.
Desde há tempos
 eu estive me escondendo por traz deste sentimento,
por muitas noites esperava o deus dos sonhos me visitar
apenas para sonhar com você.
Mas você não conseguia ver
que todos os dias
eu morria um pouco por você,
mas você não conseguia
que com o tempo eu me enterrava pouco a pouco
por você.

Eu fechava os olhos
e imaginava dias perfeitos
embaixo de um céu cinza e uma brisa leve
em seus braços.
Porém você não conseguia ver
que estava apaixonada
você não conseguia ver
você não conseguia ver
que tudo que eu tinha era o amor por você.


quinta-feira, 17 de março de 2011

Vida vazia

Grandes olhos,
Lagrimas de cristal
em longos frageis cílios.
Um doce lábio a sussurrar o teu nome...
Em meu peito bate
um coração duido
As lembranças de um passado perdido
a ilusão de um amanhã.

Ao meu redor a nevoa da solidão que me esconde do mundo.
Eu amei mais do que devia,
eu sonhei com o que não podia alcançar,
eu chorei pela desilusão sentida,
eu amei quem não sabia amar.

Ele trouxe alivio para o meu desespero
forma ao amor
sabor ao beijo
docura para a dor.
Suas mãos me envolviam,
seu toque me estremecia.
Os seus olhos me penetravam,
sua boca me bebia.

O seu ADEUS foi frio e
sem ele a minha vida é vazia.

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

Juntas para sempre

   Candida e Lourdes eram gêmeas identicas e muito proximas. Quando crianças confundiam seus pais, ninguém nunca sabia quem era quem quando resolviam trocar de identidade. Quando uma adoecia elas mesma cuidavam uma da outra. Sempre juntas, sempre unidas.
   Quando cresceram logo arrumaram namorados, pois eram lindas e inteligentes. Loudes se casou e foi embora para Teresina, Candida continouo em Bacabau, mas sempre uma ia visitar a outra. Depois de dois meses longe da irmã Candida começou a ficar quieta, passava horas a comtemplar o vazio e logo em seguida deixou de comer, ao fim da semana ela passou a apresentar febre e confussões. Sua mãe sabia que o único remedio era a presença da irmã, mas como naquela epoca a unica forma de se comunicar era por telegrama, mandou um solicitando a presença de Lourdes urgentimmente, mas como esse chegou três semanas depois Candida acabou falecendo em delirios chamando pela amada irmã.
   Dois anos depois Lourdes mudava-se novamente para sua cidade natal Bacabal. E começa a enfrentar serios problemas com o marido.Primeiro apos dois anos de casamento ela não conseguiu engravidar e por causa disso o seu marido começou a trai-la. Uma vez ela reclamou dele ter demorado na rua ele bateu tanto nela que ela ficou de cama.
   Com o passar do tempo ele não dava mais nada a ela. E a maltratava cada vez mais. E Lourdes não contava com ninguém, sua mãe achava que ela estava errada e era a sua culpa pois não conseguia dá filhos ao seu marido. Então ela começou a se amaldiçoar e chamar pela companhia da irmã.
   Ela estava sentada de costas para a janela quando ouviu seu nome ser chamado pela voz da irmã. Lourdes sentiu o corpo esfria e um frio correr por sua espinha, mas ao virar nada virá. Entrou para o quarto e trancou a porta agarrada em um crusifixo orou um pai nosso bem baixinho. Dormindo sonhou em um lugar da sua infancia, na beira de um rio sentada e ao seu lado Candida que lhe abraçou forte e disse que não entendia o porque ela a havia abandonado, mas agora não havia mais importância, pois ela havia encontrado um jeito de elas ficarem juntas para sempre.
   Lourdes acordou assuatada e ainda mais com batidas fortes na porta. Era o seu marido com raiva por ela ter trancado a porta do quarto. Ao entrar no quarto ele a socou no olho deixando caida no chão, onde ela pegou no sono.
  
    

segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

CONTO II

Pegou o ultimo trêm da noite para voltar a sua casa. No caminho pensou na vida, distraia-se
olhando a paisagem lá fora. De repente o trêm balançou e as luzes se apagaram. Ela sentiu
um gosto amargo na boca, sua respiração ficou dificil e seus pulmões pareceram explodir.
Ela abriu os olhos pela ultima vez e  seu corpo ficou leve.

Novamente abriu os olhos e viu que continuava no trêm. Desceu na sua estação e segiu para a sua casa.
Deu alimento para Aya e Hades, os seus gatos e chorou a sua solidão o resto da noite.
Pela manhã ela se levanta e vai para o seu trabalho para sua triste e esquecida biblioteca. Pega o ultimo
trêm para retornar a sua casa e assim faz sucessivamente todos os dias, durante meses, durante muitos
anos. Quando acaba o expediente pega o ultimo trêm e no meio da ponte ele para. Ele sempre
para ali, todos os dias, no mesmo horario. Ela olha fixamente para o rio e sente temor e angustia. Algum tempo depois ele volta a andar e ela volta para casa alimenta o seu gatos e chora o restante da noite.
No dia seguinte o trêm para no mesmo local e voltou novamente a andar. Ela nunca havia reparado.
Na estação seguinte ela resolve descer e até aquele lugar que lhe causa tanta dor. Desceu até o rio e desceu até a margem. Parada com muita difilcudade de respirar ouviu chama-lá. Tomada por uma curiosidade entrou no rio e mergulhou fundo, fundo e mais fundo. Aterrozida viu o seu corpo na ferragem do trêm. Desnorteada subiu a margem, não conseguia entender, estava viva, pelo menos sentia-se viva, continuava trabalhando, alimentando seus gatos e alguém sentiria sua falta. Tudo continuava como antes, nada mudou.
Ela, então, lembrou que durante toda a sua vida ela apenas existiu, ninguém nunca deu por sua prescença. Ela não tinha familia, amigos. Ela subiu a margem, voltou para a rua e continuou a andar pelas ruas amargando sua eterna solidão.










sexta-feira, 29 de outubro de 2010

halloween




A origem do hallowen remota às tradições dos povos que habitavam a Gália e as illhas da Grân Bretania entre os anos 600 e 800 A.C.,embora marcadas com acentuadas diferenças em relação as atuais abobora e a famosa frase " travessura ou gostossura", exportada pelos E.U.A que popularizaram a comemoração atravez de filmes.
 Originalmente o halloweem não tinha relação com as bruxas. Era um festval celta, no qual eles festejavam o fim da colheita, o nome deste festival era Samhein celebrado no dia 30 de outubro e 2 de novembro e marcava o fim do verão. Por esses dias serem mais escuros eles acreditavam que excepicionalmente neste dias, as froteiras que separavam o mundo dos vivos e dos mortos se estreitavam e os mortos poderiam andar mais uma vez sobre a terra. Assim eles usavam mascaras.

A celebração do halloween tem duas origens que no transcurso da Historia foram se misturando:
  Origem pagã
A origem pagã tem a ver com a celebração celta chamada Samhain, que tinha como objetivo dar cultos aos mortos. A invasão das ilhas Britanicas plos romanos acabou mesclando a cultura latina com a celta, e essa acabou minguando com o tempo. Enfim ao fim do seculo II, a religião celta conheida como druidismo acabou desaparecendo em quase todas as comunidades. Pouco se sabe sobre essa religião, ainda mais porque não há escrituras. Tudo da religião era passado oralmente e transmitido de geração a geração. Possivelmente as festividades do Samhein era comemorado entre os dias 5 e 7 de novembro, entre o equinocio de verão e o solticio de inverno. Era presedidoss de uma seria de festejos que durava uma semana, e dava inicio ao ano novo celta. A " festa dos mortos" era uma das suas datas mais importantes, pois celebrava o que para nos era o " ceu e a terra". Para os celtas, o lugar dos mortos era um lugar de felicidade perfeita, pnde não haveria fome, nem dor. A festa era celebrada com ritos precedidas pelos sarcedotes druidas, que atuavam como "médiuns" entre as pessoas e seus antepassados. Acreditava se também que os espiritos dos mortos voltavam nessa data para visitar seus antigos lares e guiar seus familiares rumo ao outro mundo.



A origem cristã
Desde o seculo IV a igreja da Siria consagrava um dia para festejar todos os Mártires. Tês séculos depoi o papa Bonifacio IV contruiiu um templo romano designado a todos os deuses, o panteão, num templo cristão e dedicou a todos os santos, a todos que nos precederam na fé. A festa em honra de todos os santos era inicialmente comemorada no dia 13 de maio, mas o papaGregorio III mudou a dada para 1 de novembro, que ere o dia de dedicação a todos os santos na Basílica de São Pedro, em Roma. Mais tarde no de 840, o papa Gregorio IV ordenou que a festa de todos os santos fosse celebrada universalmente. Como festa grande, esta tambem ganhou a sua celebração vespetina ou vígilia, era chamada all hallow´s eve( vigilia de todos os santos) , passando depois para all hallowed eve e all hallow Een e hoje halloween